O dado é do grupo teatral Tripé, segundo o estudo mulheres ainda não ocupam posição de liderança no teatro.  Elas são protagonistas nas peças, marcam presenças nos bastidores, mas ainda não ocupam posição de gestão na cena cultural brasileira, especialmente no teatro.

A matéria divulgada no jornal Correio Braziliense aponta que 28,8% dos espetáculos em 2018 foram dirigidos exclusivamente por mulheres.

Em sua gênese apenas o homem podia atuar no teatro, até mesmo os papeis femininos eram interpretados por homens. Na Grécia, por exemplo, os atores usavam máscaras para interpretar as mulheres, entre outros recursos como alteração da voz.

Therese du Parc ou La Champmesle , como era conhecida, representa a primeira mulher, conforme registros, na história do teatro.

O teatro faz parte da economia criativa no país e empreender nesta área é um desafios, ainda mais com as transições das leis de incentivo.

Para a mulher este setor representa um duplo desafio, mas algumas diretoras mostram que sabem fazem arte, por exemplo,  Fernanda D’Umbra responsável pela direção Confissões das Mulheres de 30 no canal GNT e no teatro e no teatro peças como  Honey e Análise Comportamental e Crítica da Música Eduardo e Mônica.

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